sábado, março 03, 2007

Parabéns Naide!

Naide Gomes sagrou-se hoje campeã da Europa do salto em comprimento em pista coberta, ao vencer o concurso em Birmingham com um salto de 6,89 metros, revalidando o título obtido em Madrid'2005

A marca que valeu à portuguesa, de 27 anos, a medalha de ouro nestes Europeus foi obtida ao 5.º ensaio, e constitui recorde nacional absoluto e melhor marca do ano na disciplina, batendo os 6,82 registados em 28 de Janeiro pela russa Tatiana Lebedeva, em Moscovo.


Atrás da sportinguista (medalha de bronze nos Mundiais de Moscovo'2006), que liderou o concurso logo desde o primeiro salto 6,73 - então a três centímetros do seu próprio recorde nacional, que tinha estabelecido em 6,76 a 12 de Março de 2006, nos Mundiais de Moscovo - ficaram a espanhola Concepción Montaner (6,69), 4.ª nos últimos Mundiais, e a checa Denisa Scerbová com 6,64, com um recorde do seu país.

Com este resultado, que acrescenta 16 centímetros ao recorde nacional, Naide Gomes ficou a 48 centímetros do mítico recorde mundial e europeu de 7,37 metros, estabelecido a 13 de Fevereiro de 1988 em Viena por Heike Dreschler, da antiga República Democrática Alemã.

in Jornal Record

sábado, fevereiro 24, 2007

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Despique


Como provam os resultados, mais uma vez a direcção do Paço teve a atitude certa.
A palavra ainda vale muito..... para as "bandas" do Paço!

Carnaval de Canas - PAÇO 2007



































































quinta-feira, fevereiro 15, 2007

O Novo Viagra


A indústria farmacêutica está aviver um pesadelo!

Em São Tomé e Pricípe há uma bebida que promete destronar o Viagra.

Maria João, que se mudou para São Tomé há cinco anos, começou a servir o cocktail no seu bar há cerca de um ano e meio, depois de ouvir falar sobre a invenção erótica local. "Eu sabia que as pessoas aqui comiam cascas de plantas e engoliam com o que chamavam de uma 'bebida quente'", conta a empreendedora. "Decidi, então, combinar os ingredientes e colocá-los numa garrafa."

Tradicionalmente, no entanto, a bebida não era utilizada apenas para melhorar a potência sexual.
As pessoas comiam as cascas de árvores para curar dores no estômago e hérnias e para ter força para caminhar por quilómetros sem comer ou beber mais nada.


Significado


"Pilolo Atómico" também não é o nome original da receita africana. O nome da bebida foi ideia de alguns amigos de Maria João.
"Eu sabia que o nome era sugestivo, mas não sabia exactamente o que pilolo significava", conta a dona do bar.
"Depois de a bebida se tornar popular, decidi registrar o nome e o produto", revela Maria João. "Mas não deixaram. Foi então que descobri que 'pilolo' significa pénis."


Alguns clientes juram que o sucesso da bebida se deve apenas ao nome, enquanto que outros garantem que funciona mesmo.

Eficiente ou não, o "Pilolo Atómico" promove o sexo seguro: quem pede a bebida no bar de Maria João ganha também um preservativo de graça.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Onde pára o 1€ ?

Três amigos foram a um restaurante.

Jantaram e a conta foi 30€. Decidiram então dividir a conta e cada um entregou uma nota de 10€ ao empregado. O empregado levou o dinheiro ao patrão, e como eram clientes da casa este decidiu fazer um desconto de 5€. Entregou então cinco moedas de 1€ ao empregado para dar aos clientes.
O empregado decidiu ficar com dois euros e deu um euro a cada cliente.

Como tinham pago 10€ cada um, com o euro entregue pagaram só 9€. Como 3*9 =27 , mais os dois euros com que o empregado ficou temos um total de 29€.

Questão: onde está o outro euro?

domingo, fevereiro 04, 2007

Descubra as diferenças





Solução: Enquanto que Twix satisfaz apenas duas vezes, BUENO satisfaz quatro

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Noites de Carnaval 2007

Divulgo o cartaz retirado blog Square Impact, com o programa das noites carnavalescas de Canas de Senhorim. A coisa promete.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Atleta Europeu do ano

OBIKWELU ATLETA EUROPEU DO ANO

Francis Obikwelu foi eleito, na terça-feira, atleta europeu do ano de 2006. O atleta do Sporting é Campeão da Europa dos 100 e 200 metros. Obikwelu conquistou quatro pontos, sendo que a votação foi feita pela imprensa, pelo público e pelas federações.
O atleta "leonino" ficou à frente do lituano, Virgilijus Alekna, campeão da Europa do lançamento do disco, e do lançador do dardo Andreas Thorkildsen.
Em declarações publicadas no site european-athletics.org, Obikwelu mostrou-se orgulhoso pela distinção: "Este prémio significa muito para mim e sinto-me muito honrado por o ter recebido. A época de 2006 correu-me de facto muito bem e este prémio é a cereja no topo de bolo."


in www.scp.pt

domingo, janeiro 07, 2007

Clubes com história



Atlético Clube de Portugal
Fundado em 18-9-1942 em resultado da fusão de 2 clubes de Alcântara e Santo Amaro (O União de Lisboa, e o Carcavelinhos), o Atlético Clube de Portugal tem vastos pergaminhos na história do Futebol Português e em outras modalidades.

Mais informações em: http://www.atleticocp.pt

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Entrevista a Jorge Coroado

Os árbitros temiam Pinto da Costa e Valentim Loureiro
Jorge Coroado colaborou como perito no processo ‘Apito Dourado’. Nesta entrevista fala das pressões, dos recados e das ameaças que recebeu ao longo da carreira. Lamenta “a subserviência dos árbitros ao poder” e diz que esteve uma vez em casa de Valentim Loureiro e não gostou. Defende que árbitros e dirigentes envolvidos no ‘Apito Dourado’ deveriam cessar funções e aconselha Maria José Morgado a estar atenta.

Correio Sport – Depois de mais de 25 anos na arbitragem, o que soube pelo ‘Apito Dourado’ que não conhecesse já?
Jorge Coroado – De tudo o que saiu até agora, nada foi novidade. São coisas antigas e práticas velhas. A única matéria menos conhecida era a existência de uma relação tão directa entre autarquias e futebol.
– Árbitros arguidos devem continuar a arbitrar?
– Nem árbitros suspeitos devem continuar a arbitrar nem dirigentes suspeitos devem continuar a dirigir. Mas nós em Portugal damos muito valor aos vigaristas.
– Que conselho dá a Maria José Morgado?
– Que esteja atenta, que evite chamuscar-se neste processo.
– Ao longo destes dois anos colaborou no processo...
– Como outros, fui nomeado perito pelo Ministério Público.
– Conheceu casos concretos de corrupção na arbitragem?
– Directamente não. O que sempre notei foi uma enorme subserviência dos árbitros perante pessoas a quem reconheciam autoridade, para progredirem na carreira.
– Esse medo está relacionado com as classificações...
– Exactamente. A postura subserviente partia do próprio árbitro que na hora de decidir um lance encolhia-se. Vou dar-lhe um exemplo: há uns anos, num FC Porto-Benfica, aos 20 minutos de jogo, perante uma falta gravíssima do João Pinto, o árbitro fez de conta que nada viu. Pouco depois, encontro-o: “Olha lá porque é que não mostraste o vermelho?” Diz-me ele: “Expulsar o capitão do FC Porto, aos 20 minutos, nas Antas?! Deves estar maluco”. Este medo sempre me incomodou.
– Medo de Pinto da Costa e de Valentim Loureiro...
– Sem dúvida. Esses eram as principais figuras, aquelas a quem se reconhecia maior poder pelos cargos que ocupavam e os árbitros temiam-nos. O Benfica e o Sporting também tinham o seu peso, mas não como os outros dois casos.
– Tentaram comprá-lo?
– Não. Mas quando discordei publicamente da integração da arbitragem na Liga de Clubes, o director executivo, José Guilherme Aguiar, teve uma conversa comigo, muito curiosa, no seu gabinete, a 2 de Dezembro de 1996, em que contou o seguinte: quando era vice-presidente do FC Porto disse um dia ao Paulo Futre que ou cumpria as regras ou não podia jogar naquele clube. “E olhe que o Futre era a estrela da companhia”, rematou. Percebi o recado: ou me calava ou me punham à margem.
– Foi posto à margem?
– Não. Calei-me. E no ano seguinte até fui o primeiro.
– E pressões em jogos?
– Citei numa pessoa do FC Porto, conto agora um caso com alguém ligado ao Benfica. Em 87 ou 88, Porfírio Alves, do Conselho de Arbitragem, disse-me que na parte final dos campeonatos certos clubes não me queriam a arbitrar nos jogos em casa. Foi claro que se tratou de uma tentativa de me explicar que se fosse mais flexível poderia apitar mais jogos.
– Voltou a ceder?
– Durante uns tempos procurei rectificar um ou outro comportamento mas não consegui. Não estava a ser eu e voltei ao meu caminho.
– Algum dia um colega lhe confessou um suborno?
– Não. Os meus colegas não morriam de amores por mim e eu não morria de amores por eles. Um dia disseram- -me que um dos meus fiscais-de-linha tinha recebido uns bens. Não sei se foi verdade ou não. Mas comecei a notar-lhe um comportamento estranho.
– O que lhe fez?– Corri com ele da minha equipa.– Viu árbitros a enriquecer?
– O que sempre vi foi uma enorme vontade de agradar ao poder. Nos anos 80 contava-se a história de um árbitro que se afastou da arbitragem após o pagamento de uma verba do conselho de arbitragem.
– Ficou surpreendido com o envolvimento de Pinto de Sousa no ‘Apito Dourado’?
– Pinto de Sousa é um homem afável, pouco disponível para confrontos, dado a consensos. Tendo em conta este perfil, acredito que é muito capaz de se ter deixado envolver em situações pelas quais está indiciado. Mas não o vejo a fazê-lo para tirar proveitos pessoais, mas sim para não se aborrecer.
– Conhece árbitros que vivam acima das suas possibilidades?
– Há situações que sempre estranhei, mas há quem faça milagres com o dinheiro. Vi quem ganhasse menos do que eu ter carros muito melhores do que o meu, viajar muito mais do que eu, frequentar restaurantes acima da média. Mas não vou fazer juízos.
– Alguma vez entrou em casa de um dirigente?
– Duas vezes. Na de Adriano Pinto, onde almocei e onde não se falou por um segundo de futebol. E, a convite do sr. Pinto de Sousa, acompanhado por mais dois árbitros, na de Valentim Loureiro. Foi após um Boavista-Benfica, no final da década de oitenta, um jogo arbitrado por Carlos Valente, que o Boavista perdeu. Foi muito constrangedor. Não gostei do comportamento de Valentim Loureiro e muito menos da maneira como ele tratou as pessoas que estavam ao seu serviço, os empregados da casa.
– Nunca esteve em casa de Pinto da Costa?
– Nunca. Nem faço ideia onde mora.
– Como eram as vossas relações?
– Em 1993, no dia 28 de Dezembro, num Boavista-FC Porto, expulsei 3 jogadores do FC Porto e dois do Boavista e ainda ficou por marcar um penálti contra o FC Porto que, por estar de costas, não vi. No final, o Pinto da Costa entra na cabine dos árbitros de forma muito agreste que não me agradou. Tive que lhe lembrar que aquela era a minha cabine e, portanto, o melhor que ele tinha a fazer era sair.
– Como é que ele reagiu?
– Pinto da Costa reconhece quem o enfrenta.
– Leu o livro de Carolina?
– Não conheço a senhora nem privei com ela. Se se tratasse de um homem diria que estava ali um corno atraiçoado. Como é uma mulher, trata-se do testemunho de um coração traído.
– Ofereceram-lhe serviços de prostitutas?
– Na Roménia, foi-me oferecida a companhia de uma senhora, lindíssima, que não era prostituta mas que estava obrigada a fazê-lo sob pena de despedirem o marido. Foi uma situação terrível e degradante. Mas em Portugal também não era nem é uma novidade.
– Foi ameaçado?
– Fui, no Estádio da Luz, em 1991, no final de um Benfica-Torreense, pelo sr. Gaspar Ramos. Em 1995 o mesmo dirigente disse aos berros que iria fazer de tudo para acabar com a minha carreira.
– De que clube recebeu mais pressões?
– Do Benfica e dos seus dirigentes. Inquestionavelmente. Estou convicto de que se mais carreira não tive foi por influência de gente do Benfica. De Gaspar Ramos a Luís Filipe Vieira, que vetou o meu nome, em 2002, para vice-presidente do Conselho de Arbitragem.
– Mas fez uma carreira longa.
– Só por duas vezes fui o melhor árbitro. Quando confrontei Pinto de Sousa, ele disse que a Associação do Porto dava cabo dele se, em dois anos consecutivos, o primeiro da lista fosse um árbitro de Lisboa.
– Algum dia duvidou das suas classificações?
– No ano em que fiquei em 22.º lugar achei estranho.
– Vítor Pereira, como presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, pode melhorar o sector?
– Se não fizer o que sempre fez, ou seja, a permanente procura de distinções pessoais.
– Sempre foram rivais. Falam-se?
– Institucionalmente cumprimento toda a gente. Como também faço festas aos animais.
– Qual foi o presente mais caro que já recebeu de um dirigente?
– Um serviço de porcelana da Vista Alegre, que o então presidente do Beira-Mar, Silva Vieira, mandou entregar em casa de minha mãe. Pedi-lhe que fosse levantar o embrulho porque não o queria e comuniquei o caso ao Conselho de Arbitragem. A notícia saiu num jornal, Silva Vieira resolveu insultar-me e foi responder a Tribunal. Ao fim de dez anos foi condenado e indemnizou-me. Com esse dinheiro e um bocadinho mais comprei um carro, um Citroën C 3.
– Tem apitos dourados?
– Seis. Um que recebi do Sporting, no tempo de Sousa Cintra, e os outros foram-me dados por jornais.
– E relógios?
– Cerca de 50 relógios que me foram oferecidos pelos clubes, dos mais variados valores. A minha regra para aceitar estes presentes foi sempre simples: apenas aceitava ofertas que eu pudesse comprar e só as recebia depois dos jogos. Porque muitos dirigentes apareciam antes dos jogos e no final, se a equipa perdia, esqueciam-se.
– Havia quem aceitasse ou oferecesse carros?
– Havia quem os comprasse com muitas facilidades de pagamento.
UM ÁRBITRO GARRIDO (OPINIÃO DE ANTÓNIO TADEIA, JORNALISTA)
Para o último jogo da sua carreira, a final da Taça de Portugal de 2001, entre o FC Porto e o Marítimo, Jorge Coroado apareceu de preto. Numa altura em que aos árbitros estava aberta a hipótese de escolherem toda uma panóplia de cores berrantes – vermelho, amarelo – o mais garrido juiz de campo da história do futebol português voltou ao negro. Uma forma de lembrar a tradição ou mais uma tentativa de ser diferente, de se constituir como protagonista de um jogo onde, por norma e se tudo correr bem, são os futebolistas quem monopoliza as luzes da ribalta?Coroado nunca teve medo de ser a notícia. Pelo contrário: enfrentou sempre as câmaras com um misto de dever e satisfação – e talvez por isso consiga hoje ser comentador de arbitragem com presença regular numa estação de rádio, duas de televisão e um jornal desportivo e tenha colocado o nome nos tops de vendas de livros em Portugal, através da edição pela Prime Books de ‘O Último Cartão’, escrito a meias com o jornalista Jorge Baptista.Nesta obra, o bancário de Carnaxide denuncia a podridão que encontrou nos 26 anos em que andou pela arbitragem activa (de 1975 a 2001), chama “chico-esperto” a Valentim Loureiro, diz que Pinto da Costa é “intratável”, regressa ao caso da polémica expulsão de Caniggia num Benfica-Sporting, que lhe valeu até hoje a má vontade do Benfica, ao episódio da “azia” que disse sentir depois de se ter apercebido dos erros cometidos num Chaves-Sporting, em prejuízo claro dos ‘leões’, ou à recusa de um valioso serviço de louça oferecido pelo então presidente do Beira-Mar, Silva Vieira.No livro, pode ver-se Coroado como ele é: egocêntrico ao ponto de quase parecer desequilibrado, mas ao mesmo tempo desassombrado e honesto, sem qualquer sentimento corporativo de defesa de classe ou instinto político virado para o tráfico de influências.A maior prova encontra-se logo no ano em que subiu a internacional (1990), quando recusou participar numa homenagem a Lourenço Pinto, então presidente da Comissão de Arbitragem, por nela encontrar resquícios de um condenável “beija-mão”. “De cardeais Richelieu já tenho a minha conta”, disse então o homem que, já depois de abandonar os relvados, reagiu com um “Não sei quem é” à notícia de um processo que lhe tinha sido movido pelo ex-colega Vítor Pereira ou que provocou o seu próprio veto para dirigente dos árbitros com mais uma provocação aos poderes instituídos: “No futebol português há majores, mas há muitos com vontade de serem promovidos a coronéis sem jagunços”. Por estas e por outras mostras de radicalismo – como as cenas de pancadaria protagonizadas em Julho com o árbitro Paulo Costa, no funeral do ex-árbitro Vítor Correia –, este confesso adepto do Belenenses, onde chegou a praticar atletismo, ainda hoje divide os adeptos de futebol em Portugal. E não admira que assim seja. Findo o seu último jogo, perguntaram-lhe o que ia fazer a seguir. Coroado disse que talvez tentasse tirar um curso de Direito. “Assim, da próxima vez que me chamarem aldrabão, serei um aldrabão licenciado”. Mas nunca consensual.

Alexandra Tavares-Teles
in Correio da Manhã 23-12-06

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Faltam 2 dias


Euromilhões Lisboa-Dakar

O Rally Dakar parte novamente de Lisboa no dia 6 de Janeiro de 2007, repetindo a experiência bem sucedida de 2006.O cenário dos navegadores que partiram à descoberta de novos mundos no séc. XVI é também o da partida dos pilotos todo-o-terreno do Dakar, no próximo dia 6 de Janeiro. Veja os veículos em prova e os carros de assistência no bairro do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, monumentos Património Mundial. Não falte à grande partida! Aproveite para conhecer esta Lisboa cheia de animação e, nos bairros históricos, surpreenda-se com os vários olhares sobre a cidade. A 1ª etapa passa pelo Alentejo, uma região com vocação para actividades ao ar livre e observação da Natureza. Algumas aves terminam aqui uma viagem de muitos quilómetros, desde o Norte da Europa, para vir passar o Inverno. Por trilhos fora do mapa, esta etapa começa num troço de areia e entra subitamente numa vegetação de pinheiros e sobreiros, numa paisagem de cores fortes e contrastantes. Já no Algarve, o rali faz uma pausa em Portimão, de onde parte para a 2ª etapa até Málaga, no dia 7. Num percurso fora dos roteiros turísticos, espera-se muita adrenalina nos caminhos das serras algarvias, o primeiro teste ao desempenho dos participantes. Embora a prova continue... aceite o convite e fique connosco. A recuperar a energia a olhar para o mar.
Conheça os detalhes da prova em:
http://www.dakar.com



in http://www.visitportugal.com